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Nós somos seis alunos, concluintes do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Elisa Tramontina.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Raio X e O Röntgen: Da Curiosidade Até o Nobel

  Os raios X são emissões eletromagnéticas de natureza semelhante à luz visível. Seu comprimento de onda vai de 0,05 ângström (5 pm) até centenas de angströns (1 nm).
  A energia dos fótons é de ordem do keV (kilo elétron-volt), entre alguns keV e algumas centenas de keV. A geração desta energia eletromagnética se deve à transição de elétrons nos átomos, ou da desaceleração de partículas carregadas.
  Como toda energia eletromagnética de natureza ondulatória, os raios X sofrem interferência, polarização, refração, difração, reflexão, entre outros efeitos. Embora de comprimento de onda muito menor, sua natureza eletromagnética é idêntica à da luz.
Wilhem Conrad Röntgen
  O raio x foi descoberto pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen (Lennep, 27 de março de 1845 — Munique, 10 de fevereiro de 1923), que no dia 8 de Novembro de 1895 resolveu certificar-se se havia propagação dos raios catódicos fora do tubo, o que não era possível de ser constatado dada a sua intensa luminosidade. Então, envolveu o tubo que testava com uma cobertura de papelão preto e, por algum tempo, ficou observando as descargas elétricas que lhe aplicava. Quando já estava acostumado à visão no escuro, Röntgen percebeu que um cartão de platinocianeto de bário brilhava debilmente durante as descargas.    Convenceu-se, então, de que os raios catódicos não saiam do tubo e, portanto, não poderiam estar provocando tal fenômeno, Röntgen deduziu que um novo tipo de raio podia ser o responsável pelo fenômeno.
  Röntgen passou semanas trancafiado em seu laboratório, e denominou os tais novos raios de raio x, utilizando a designação matemática para algo desconhecido.
Enquanto investigava a capacidade de vários materiais de reterem os raios, Röntgen colocou uma peça de chumbo em posição enquanto ocorria uma descarga e viu aí a primeira imagem radiográfica.
  O artigo original de Röntgen, "Ueber Eine Neue Art von Strahlen - Sobre uma nova espécie de Raios", foi publicado 50 dias depois, em 28 de Dezembro de 1895. A 5 de Janeiro de 1896, um jornal austríaco relatou a descoberta, por Röntgen, de um novo tipo de radiação. Após a descoberta dos raios-X, Röntgen recebeu o título de Doutor Honorário em Medicina, da Universidade de Würzburg. Entre 1895 e 1897, Röntgen publicou três artigos a respeito dos raios-X, cuja tradução para o português pode ser vista nos links externos.   Até os dias atuais, nenhuma das suas conclusões foi considerada falsa. Atualmente, Röntgen é considerado o pai da Radiologia de Diagnóstico - a especialidade médica que utiliza imagem para o diagnóstico de doenças.
  Graças à sua descoberta, Röntgen foi laureado com o primeiro Nobel de Física, em 1901. O prêmio foi concedido "em reconhecimento aos extraordinários serviços que a descoberta dos notáveis raios que levam seu nome possibilitaram". Röntgen doou a recompensa monetária à sua universidade, convicto de que a ciência deve estar ao serviço da humanidade e não do lucro. À semelhança da escola científica alemã da época, e, da mesma forma que Pierre Curie faria vários anos mais tarde, rejeitou registrar qualquer patente relacionada à sua descoberta.


Radiografia de mãos humana
Fontes do texto:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Raios_X
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_Conrad_R%C3%B6ntgen
- http://www.coladaweb.com/fisica/ondas/raios-x

Fontes das imagens:
- http://blogmundonaweb.blogspot.com/2010/01/top10-tecnlogias-que-mudaram-o-mundo.html
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:WilhelmR%C3%B6ntgen.JPG


Postado por: Debora Salvi

terça-feira, 26 de julho de 2011

O Telefone e O Antonio Meucci: Da Grande Discussão de 1876 Até as dos Dias Atuais

Telefone que foi de uso comum
durante a Segunda Guerra Mundial

  O telefone é um dos dispositivos de telecomunicações desenhados para transmitir sons por meio de sinais elétricos nas vias telefônicas.
  É definido como um aparelho eletroacústico que permite a transformação, no ponto transmissor, de energia acústica em energia elétrica e, no ponto receptor, teremos a transformação da energia elétrica em acústica, permitindo desta forma a troca de informações (falada e ouvida) entre dois ou mais assinantes. É lógico que, para haver êxito nessa comunicação, os aparelhos necessitam estar ligados a vários equipamentos, que formam uma central telefônica.
Antonio Meucci
  Sobre o inventor do telefone há muita controvérsia, até pouco tempo muitos falavam em Alexander Graham Bell (Edimburgo, 3 de Março de 1847 — Nova Escócia, 2 de Agosto de 1922), escocês, inventor e cientista que ficou conhecido mundialmente pela criação do telefone, porém, oitenta anos após a sua morte, o Congresso dos Estados Unidos reconheceu o italiano Antonio Meucci como o verdadeiro inventor do telefone.
Alexander Graham Bell
  Antonio Meucci, (Florença, 13 de abril de 1808 — Nova Iorque, 18 de outubro de 1889) foi um inventor italiano, estudou engenharia química e industrial e ficou conhecido como o criador do telefone, que chamou de "telégrafo falante". A primeira demonstração pública da invenção de Meucci teve lugar em 1860, e teve sua descrição publicada num jornal de língua italiana de Nova Iorque. Meucci criou o telefone com a necessidade de comunicar-se com sua esposa, que era doente e por isso ficava de cama no seu quarto no andar superior. O laboratório de Meucci ficava no térreo, assim ele não tinha condições para cuidar da esposa e trabalhar ao mesmo tempo; assim sendo, ele inventou o telefone, a fim de que se sua esposa precisasse dele não tivesse que gritar ou sair de sua casa.
  Devido a dificuldades financeiras, Meucci apenas conseguiu pagar a patente provisória de sua invenção. Acabou vendendo o protótipo do telefone a Alexander Graham Bell, que, em 1876, patenteou a invenção como sua. Meucci o processou, mas acabou falecendo durante o julgamento e o caso foi encerrado. 
O trabalho de Meucci foi reconhecido postumamente em 11 de junho de 2002, quando o Congresso dos Estados Unidos aprovou a resolução N°. 269, estabelecendo que o inventor do telefone fora, na realidade, Antonio Meucci e não Alexander Graham Bell.

Fontes do texto:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexander_Graham_Bell
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Meucci


Fontes das imagens:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Antonio_Meucci.jpg
- http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/alexander-graham-bell/alexander-graham-bell-7.php
- http://ensaiogeral.com.br/2008/08/museu-do-telefone-recebe-visitas-na-capital/
- http://www.guiadopc.com.br/noticias/10211/cadastro-bloqueio-telefone-telemarketing.html


Postado por: Debora Salvi

Ventilador, nosso refresco mecânico!

Um ventilador ou ventoinha é um dispositivo mecânico utilizado para converter energia mecânica de rotação, aplicada em seus eixos, em aumento de pressão do ar. Foi inventado nos EUA em 1882, pelo americano Schuyler S. Wheeler. Alguns anos mais tarde, Philip Diehl montou um ventilador lâmina em uma máquina de costura com motor e adaptou ao teto, inventando assim o ventilador de teto, que patenteou em 1887. Mais tarde, ele acrescentou uma luminária para o ventilador de teto.
Estes aparelhos podem ser de distintos tipos, consoante o sentido de fluxo de ar em relação ao ambiente ventilado: sopradores (se há injeção de ar no ambiente) ou exaustores (se há retirada de ar do ambiente).Geralmente os ventiladores são usados nas residências para diminuir o calor do ambiente e aumentar a circulação do ar. Sua função é conduzir o ar de um ponto a outro e seu uso é indispensável no verão ou em ambientes com pouca ou nenhuma circulação natural de ar.Os ventiladores tem grande importância também no meio industrial e são utilizados no resfriamentro de vários aparelhos elétricos e ambientes de trabalho, como as fábricas. Outros exemplos do seu uso estão nos coolers dos computadores, nos exaustores usados em restaurantes, pizzarias e padarias, nos radiadores dos carros, e nos condicionadores de ar, entre outros.
Os ventiladores suspensos: são geralmente utilizados em lugares com pouco espaço para um ventilador de parede ou de chão, além de serem mais seguros, por estarem longe do acesso de crianças e mesmo de adultos.O motor desses ventiladores, tem seu rotores bobinados, que dão a possibilibade dele inverter sua rotação ou aumenta-las que assim se da mais segurança.


Schuyler Skaats Wheeler, foi um americano engenheiro que inventou as duas pás do ventilador elétrico aos 22 anos.



Philip H. Diehl, foi um alemão engenheiro e inventor que realizou diversas patentes nos EUA.







Fonte de pesquisa:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ventilador
http://en.wikipedia.org/wiki/Schuyler_Wheeler (traduzido)
http://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Diehl(traduzido)


Postado por Ellen Baratter

O Remédio que tomamos todos os dias!

O refrigerante é uma bebida rica em corantes e conservantes que contém grande quantidade de açúcar, exceto nas versões light e diet que apresentam menor quantidade. Possui aroma sintético de fruta e gás carbônico. Os primeiros refrigerantes surgiram em 1676, em Paris. Na verdade, a mistura era mais um suco artificial do que um refrigerante. Nela continha água, sumo de limão e açúcar.
O refrigerante, com a mistura de água e gás, foi inventado em 1772, por Joseph Priestley, o qual desenvolveu as pesquisas que levaram ao descobrimento da água gaseificada. No entanto, tal mistura só foi comercializada em 1830, exclusivamente para fins farmacêuticos, como no auxílio da digestão, por exemplo.
Duas das maiores fabricantes de refrigerantes do mundo, Coca-cola e Pepsi, também foram pioneiras na produção do refrigerante, e suas fórmulas tiveram o mesmo fim: ajudar na digestão. O farmacêutico John Pemberton criou uma mistura de cor caramelo e a juntou com água gaseificada. Seu contador, Frank Robinson, batizou a bebida de Coca-cola, passando a vendê-la na farmácia pelo preço de U$ 0,05. Chegou ao Brasil em 1941, sendo produzida em Recife.
No caso da Pepsi, o propósito da bebida também era o de ajudar e melhorar a digestão. Um reflexo disso é o próprio nome “Pepsi”, que veio da palavra pepsina, principal enzima que atua no processo da digestão e que estava presente na composição da bebida junto com nozes de cola. Hoje em dia é um dos refrigerantes mais vendidos no Brasil, mas só começou a ser comercializado em 1953.

Joseph Priestley foi um teólogo britânico do século XVIII, que publicou mais de 150 obras. Durante sua vida, a considerável reputação científica de Priestley baseou-se em seu invento da ``agua carbonatada``, seus escritos sobre a eletricidade e sua descoberta de varios gases, sendo a mais famosa de suas descobertas o oxigênio.
A ciência de Priestley foi sempre associada a sua teologia, e ele tentou consistentemente unir racionalismo iluminista com o teísmo cristão.

Fonte de pesquisa:
http://www.historiadetudo.com/refrigerante.html
http://www.brasilescola.com/curiosidades/historia-do-refrigerante.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Priestley

Postado por Ellen Baratter

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A Televisão e O Alexanderson: Da Cabeça Humana em Preto e Branco Até os Nossos Bolsos

Um modelo de televisor
de 1958

  A televisão é um sistema eletrônico de reprodução de imagens e som de forma instantânea. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho — o televisor — que às vezes recebe erroneamente também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão. As câmeras e microfones captam as informações visuais e sonoras, que são em seguida convertidas de forma a poderem ser difundidas por meio eletromagnético ou elétrico, via cabos; o televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som.  
  Não há uma informação exata sobre quem foi o inventor da televisão, pois vários cientistas contribuíram para a criação do produto que hoje conhecemos. Na década de 20, a grande busca dos cientistas era tentar agrupar e transmitir as ondas sonoras, que já haviam conseguido, com a invenção do rádio; com a imagem em movimento. Em 1926, o escocês John Logie Baird tentou fazer isso, conseguindo apenas uma imagem muito ruim de uma cabeça humana. De fato, a primeira televisão da história surgiu em janeiro de 1928, em Nova York, por  Ernst F. W. Alexanderson.
Ernst F. W. Alexanderson
  Ernst F. W. Alexanderson (Uppsala, 25 de janeiro de 1878 — Schenectady, 14 de maio de 1975)  era natural da Suécia se graduou como engenheiro mecânico e eletricista pela universidade real de Estocolmo. Mais tarde estudou com o professor Slabi em Berlim, quando logo em seguida decidiu emigrar para a América. Na qualidade de funcionário dos laboratórios da empresa General Electric, trabalhou sob a supervisão de Steimetz.  Um dos principais trabalhos de Alexanderson foi desenvolver métodos para melhorar a modulação entre as elevadas correntes geradas no alternador de alta freqüência, com a diminuta energia requerida pela voz. Alexanderson é ainda responsável pela invenção do amplificador magnético e da antena de sintonia múltipla que aumentou consideravelmente a eficiência do seu padrão de radiação.
  Entretanto, até agora estavamos falando de televisores com imagens ainda em preto e branco, a televisão com imagens coloridas que conhecemos só surgiu em  1954, na rede norte-americana NBC. Um ano antes o governo dos Estados Unidos aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS, mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco, a CBS abandonou sua proposta em favor da nova.
  Em 1960 a japonesa SONY introduziu no mercado os receptores de televisão com transistores. O satélite Telstar transmitiu sinais de televisão através do Oceano Atlântico em 1962. A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registrou a patente da televisão de bolso com ecrã plano.
  No Brasil, a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire, que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.
  Para finalizar, percebemos que o que hoje é apenas mais um aplicativo de celulares e computadores, antigamente foi símbolo de grande progresso tecnológico, que envolveu diversos estudiosos. A televisão sobrevive há décadas e cada vez mais vem sendo aprimorada, porém nunca esquecida. 

Modelo de televisor comercializado atualmente
Fontes do texto:
- http://www.historiadetudo.com/televisao.html
- http://www.tudosobretv.com.br/histortv/
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o
- http://www.fazano.pro.br/port07a.html

Fontes das imagens:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Braun_HF_1.jpg
- http://educacaobrilhante.blogspot.com/2010/11/plano-de-aula-televisao-em-nosso-dia.html
- http://users.skynet.be/telehor/octagon.htm


Postado por: Debora Salvi

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O Avião, Os Wright e O Dumont: Do Sonho de Ícaro Até a Disputa Entre as Américas

Em 1901, Santos Dumont circulou
a Torre Eiffel pilotando um
balão dirigível
  Desde muito antes de sua criação, a ideia de voar já era um sonho. Sonho que facilitaria a vida de muitas pessoas e que atualmente se tornou fundamental em nossas vidas. Muitas lendas, crenças e mitos da antiguidade envolvem ou possuem fatos relacionados com o voo, como a lenda grega de Ícaro. No século XVI, Leonardo Da Vinci desenhou um avião, porém sua máquina não foi além do papel. Jean-François Pilâtre de Rozier e François Laurent d'Arlandes foram os primeiros a voarem, porém, numa aeronave mais leve que o ar, um balão, então, o maior desafio tornou-se a criação de uma máquina mais pesada do que o ar, capaz de alçar voo por meios próprios.
 Durante muitos anos, pesquisadores e cientistas tentaram vencer o desafio que antes havia sido proposto, entretanto, só em 28 de agosto de 1883, John Joseph Montgomery conseguiu fazer um vôo controlado em uma máquina mais pesada do que o ar, um planador.
  No século XX foi criado o avião que nós conhecemos, uma numa máquina mais pesada do que o ar, capaz de gerar a potência e sustentação necessária por si mesmo, porém, além da criação, no século XX também foi criado um eterno questionamento: quem foi o real inventor do avião?
Segundo o povo brasileiro, foi Santos Dumont o responsável pelo primeiro vôo num avião, enquanto que na maior parte do mundo, o crédito à invenção do avião é dado aos irmãos Wilbur e Orville Wright de origem norte-americana.
Os irmãos Wright
  Orville Wright (Dayton, 19 de Agosto de 1871 — Dayton, 30 de Janeiro de 1948)  e Wilbur Wright (Millville, 16 de Abril de 1867 — Dayton, 30 de Maio de 1912) eram dois fabricantes de bicicletas dos Estados Unidos que construíram a aeronave Flyer, uma máquina de 300 quilos e motor de 12 cavalos. Em 17 de dezembro de 1903, os irmãos norte-americanos afirmaram ter voado por 260 metros com sua invenção em uma praia do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, não levantando voo por propulsão própria, uma vez que não possuía rodas, mas sendo lançado ao ar do alto de uma colina. No entanto, não há testemunhas que comprovem esse feito, sendo ele comunicado à imprensa e ao governo locais apenas por um telegrama.
  Com receio de terem sua invenção roubada, uma vez que pretendiam patentear e depois vender o projeto do avião, os Irmãos Wright cortaram contatos com o mundo até 1908, ano em que inquestionavelmente provaram sua experiência com o voo em uma demonstração na França na qual percorreram, para a época, incríveis 124 quilômetros, ainda que sem levantar vôo por meios próprios.
Santos Dumont
Alberto Santos Dumont (Palmira, 20 de julho de 1873 — Guarujá, 23 de julho de 1932), brasileiro nascido no estado de Minas Gerais, era um engenheiro que não possuía formação acadêmica na área, mas que em 23 de outubro de 1906, pilotando o 14-Bis, aeronave por ele projetada, decolou por propulsão própria no Campo de Bagatelle em Paris e voou por 60 metros a uma altura de quase de 3 metros, sendo o feito observado por diversas testemunhas, sendo inclusive registrado em filme.
Entremeio toda essa polêmica, o que podemos concluir é que a invenção do avião qual conhecemos atualmente, não foi fruto da criação de apenas uma pessoa, e sim de muitas, que através das décadas foram aperfeiçoando e acumulando trabalhos que anteriomente haviam sido conquistados. Então, a única certeza que podemos ter é que tanto o brasileiro Santos Dumont quanto os norte-americanos Orville e Wilbur Wright foram grandes pioneiros e gênios da aviação. 
Em 1906, Santos Dumont decola com seu 14-Bis em Paris,
voando aproximadamente 220 metros

Fontes do texto:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Avi%C3%A3o
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3os_Wright
- http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/planador/irmaos-wright.php
- http://educacao.uol.com.br/biografias/orville-e-wilbur-wright.jhtm
- http://clickeaprenda.uol.com.br/cgi-local/lib-site/conteudo/mostra_conteudo.pl?nivel=f2&disc=not&codpag=NOT0909280401

Fontes das imagens:
- http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/santos-dumont/alberto-santos-dumont-2.php
- http://www.blogandonoticias.com/2011/04/afinal-de-contas-quem-inventou-o-aviao.html/14bis
- http://www.ufmg.br/online/arquivos/004423.shtml
- http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15410.shtml


Postado por: Debora Salvi

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Unhas coloridas!

A idéia de colorir as unhas é bem antiga. Estima-se que em 3000 antes de Cristo, os Chineses, Italianos e Japoneses já tinham esse costume.
Os chineses em particular, faziam uma mistura de vários ingredientes: clara de ovo, cera de abelha e até gelatina! Pétalas eram esmagadas e incluídas na mistura para obtenção de uma coloração rosada ou avermelhada.
Os antigos egípicios utilizavam henna de cor vermelho-amarronzada para colorir as unhas, essa mudança da coloração das unhas era sinal de opulência e riquesa.
Em 600 antes de Cristo, no tempo da dinastia Chou, já existiam cores específicas designadas às mulheres da realeza para separá-las das mulheres comuns. Inicialmente, a realeza usava dourado ou prateado mas, conforme o tempo foi passando, essas cores mudaram para preto e vermelho. Enquanto isso, a classe baixa tinha que se contentar com cores mais claras. Se pessoas que não fizessem parte da realeza fossem vistas usando as “cores reais”, elas seriam executadas!
A criação do esmalte, é atribuída a Michelle Menard que era um maquiador de celebridades francês nos anos 1920 e foi inspirada nas tintas para carros. O interesse pelo esmalte para unhas começa então a florescer e muitas estrelas de Hollywood eram vistas com frequência exibindo unhas bem vermelhas.
Hoje em dia para a fabricação dos esmaltes o departamento de controle de matérias-primas analisa cada uma delas para checar se estão dentro dos padrões de qualidade. As mais usadas são: solventes, resinas, agentes plastificante (não deixa o esmalte ficar quebradiço) e, claro, os pigmentos, que são as cores. As embalagens também são analizadas nessa fase.
Após a escolha dos materias eles são despejados em um tanque de aço inox para formar a base do esmalte. Tudo segue uma ordem definida, de acordo com as propiedades quimicas de cada composto. Inicialmente, essa base é incolor - mas não tem nada a ver com aquelas bases fortalecedoras ou de extrabrilho. É uma base padrão, que vai virar o esmalte depois. O controle de qualidade checa se a base fabricada pode ir para a proxima etapa. Eles verificam, por exemplo, se a  viscosidade e o odor estão dentro do padrão. Se houver algum problema, ainda da tempo de corrigir. Se estiver tudo certo, é a hora de adicionar pigmentos na mistura para dar a cor. Depois, ela passa novamente por um controle de qualidade em que novas especificações são checadas, como a textura. Só então o esmalte vai para os frascos e para o comercio.

Fonte de Pesquisa:
http://tudosobreesmaltes.com/2009/09/05/a-historia-do-esmalte/

Postado por: Ellen Baratter