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Nós somos seis alunos, concluintes do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Médio Elisa Tramontina.

sábado, 30 de julho de 2011

O DDT e O Hermann Müller: Da Proteção Até a Devastação

  O DDT (diclorodifeniltricloroetano) é um pesticida que foi muito utilizado, na altura da Segunda Guerra Mundial, como forma de protecção contra insetos que transmitem doenças (como a malária) e como modo de controle de pragas na agricultura. O uso do DDT foi abandonado por volta dos anos 70 em praticamente todo o mundo, pelos seus efeito adversos no ambiente. Hoje em dia, só é utilizado em alguns países (maioria Africanos) como forma de combate contra a malária.
Camponeses fazendo uso do DDT
  O pesticida é sintetizado pela reação entre o cloral e o clorobenzeno, usando-se o ácido sulfúrico como catalisador. O estado químico do DDT é sólido em condições de temperatura entre 0° a 40 °C. É insolúvel em água, mas solúvel em compostos orgânicos como a gordura e o óleo e tem um odor suave.
Paul Hermann Müller
  Sintetizado em 1874, suas propriedades inseticidas contra vários tipos de artrópodes só foram descobertas em 1939 pelo químico suíço Paul Hermann Müller (Olten, 12 de Janeiro de 1899 — Basileia, 12 de Outubro de 1965), um pesquisador da Companhia J.R. Geigy no Laboratorium der Farben-Fabriken J.R. Geigy A.G., na Basiléia, que sintetizou o DDT, tornando obsoletos os inseticidas à base de rotenona. Ganhou o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1948 por sua descoberta das propriedades inseticidas do DDT. Filho de um ferroviário e funcionário público federal, viveu sua infância em Lenzburg, Aargau, e com a mudança da sua família para Basel, ali fez sua educação elementar e secundária na Escola Evangélica Livre. Começou a trabalhar em 1916 como assistente de laboratório na Dreyfus & Company. Um no depois foi para a Lonza A.G. como químico assistente no projeto do Laboratório Científico-Industrial Laboratory, emprego fundamental para que ele resolvesse seguir a carreira de químico industrial. Voltou a estudar e entrou para a Universidade de Basel: Orientado pelos professores Fichter e Rupe obteve seu Doutorado e iniciou sua carreira no J. R. Geigy A.G., Basel, onde chegou a ser um dos diretores de pesquisa científica. 

Fontes do texto:
http://www.ff.up.pt/toxicologia/monografias/ano0708/g28_ddt/comunicacao_de_risco.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/DDT
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/PaulHerm.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Hermann_M%C3%BCller


Fontes das imagens:
http://www.ff.up.pt/toxicologia/monografias/ano0708/g28_ddt/historia.htm
http://www.nndb.com/people/249/000128862/

Postado por: Debora Salvi

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O Dínamo: Da Conversão Até o Crescente de Inventores

Forma de onda criada por um dínamo de Gramme






  Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua convertendo energia mecânica em eléctrica, através de indução eletromagnética. É constituído por um Íman e uma bobina. A energia mecânica (de um rio, por exemplo) faz girar um eixo ao qual se encontra o ímã, fazendo alternar os polos norte e sul na bobina e por indução geram uma energia eléctrica. O contrário, ou seja, a bobina no eixo, também é possível.
  As polaridades são invertidas a cada 180 graus de rotação para que o dínamo gere uma corrente contínua, ao contrário dos alternadores, que transformam energia de movimento em energia elétrica alternada, ou seja, que possuem pausas, mas estas pausas são tão rapidas que nada se percebe.
Werner Siemens
  O primeiro gerador eléctrico foi inventado por Michael Faraday em 1831, e consistia num disco de cobre que rodava entre os pólos de um íman. Este não era um dínamo pelo fato de não utilizar um comutador. O disco de Faraday gerava muito pouca tensão por possuir apenas um caminho de corrente ao longo do campo electromagnético. Michael Faraday e outros estudiosos descobriram que poderiam ser geradas tensões mais elevadas e úteis através do enrolamento de múltiplas voltas de fio numa bobina. Estes enrolamentos passaram por isso a permitir produzir qualquer tensão desejada graças à alteração do número de voltas do fio, e tornaram-se numa característica comum em todos os desenhos subsequentes de geradores. Seguiu-se a integração de um comutador para permitir produzir corrente contínua.
Charles Wheatstone
  O primeiro dínamo baseado nos princípios de Faraday foi construído por Hippolyte Pixii em 1832. Utilizava um íman permanente rodado por uma manivela e encontrava-se posto de maneira a que os seus pólos norte e sul passassem perto de uma peça de ferro enrolada em fio. Pixii descobriu que o íman produzia uma oscilação de corrente no fio de cada vez que um pólo passava na bobina. Para converter a corrente alternada em corrente contínua, Pixii inventou o comutador, um cilindro dividido de metal no eixo que possuia dois contactos metálicos em mola pressionados contra ele.
Zénobe Gramme
  O italiano Pacinotti resolveu o problema dos picos de corrente que afectavam a operação dos primeiros dínamos. Em 1860 substituiu a bobina rotativa axial de dois pólos por uma bobina toroidal multipolar através do enrolamento de um condutor contínuo em redor de um anel de ferro. Este estava ligado ao comutador em vários pontos espaçados entre si de forma equitativa, permitindo suavizar a geração de corrente.
  Os primeiros desenhos práticos de dínamos foram apresentados de forma independente e simultânea pelo alemão Werner Siemens e pelo britânico Charles Wheatstone em 1867, e que tinham em comum o facto de usarem electroímanes em vez de ímanes permanentes.
  Zénobe Gramme reinventou o desenho de Pacinotti em 1871, dotando-o com um melhor percurso para o fluxo magnético graças ao preenchimento do espaço ocupado pelo campo magnético com núcleos de ferro pesado e à redução do espeço entre as áreas rotativas e as estacionárias. A máquina de Gramme foi a primeira a gerar quantidades consideráveis de energia eléctrica para a indústria.

Fontes do texto:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%ADnamo
- http://www.infopedia.pt/$ernst-werner-von-siemens
- http://wikienergia.com/~edp/index.php?title=D%C3%ADnamo


Fontes das imagens:
- http://scientistsbiography.info/werner-von-siemens-biography-inventor-of-dynamo
- http://wikienergia.com/~edp/index.php?title=Imagem:Formacaoondadinamogramme.jpg
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9nobe_Gramme
- http://www.nndb.com/people/932/000100632/


Postado por: Debora Salvi

Laser


O laser é um dispositivo que produz radiação eletromagnética com características muito especiais: ela é monocromática (possui comprimento de onda muito bem definido), coerente (todas as ondas dos fótons que compõe o feixe estão em fase) e colimada (propaga-se como um feixe de ondas praticamente paralelas).
O efeito físico por trás do funcionamento do laser é que os átomos de determinados materiais, quando em estado instável de alta energia, se corretamente estimulados decaem sua energia emitindo fótons coerentes com o estímulo original, cujas ondas estão em sincronia (em fase) entre si. Einstein descobriu, através de considerações teóricas, que não apenas um átomo absorve um fóton (a partícula de luz) incidente e o reemite ao acaso após certo tempo (emissão espontânea), mas que também este mesmo átomo deve reemitir seu fóton absorvido se um segundo fóton interage com ele (emissão estimulada). O fóton reemitido tem o mesmo comprimento de onda do fóton que o estimulou e, igualmente importante, tem a mesma fase.
Um laser funciona desde que se consiga excitar um número mínimo de átomos de determinado material para um nível de energia superior, de modo a se obter uma inversão de população (quando existem mais átomos excitados do que átomos no estado fundamental). Quando isso ocorre, estimulam-se alguns átomos a emitirem seus fótons, o que vai iniciar um efeito em cascata de modo que o fóton emitido por um átomo estimula o átomo seguinte a emitir outro fóton de igual comprimento de onda e fase, o que vai amplificando a emissão de feixes de luz de comprimento de onda definido e coerente.
Para que tudo isso funcione, entretanto, é necessária uma realimentação, ou seja, por certo tempo manter fótons emitidos estimuladamente interagindo com outros átomos. Isso é obtido com uma cavidade óptica, uma região do espaço em que se confina luz por algum tempo com o uso de espelhos altamente refletores e convenientemente alinhados que vão refletindo várias vezes os fótons. Num dos espelhos existe um pequeno orifício por onde alguns fótons depois de muitas vezes refletidos conseguem sair emitindo o feixe colimado de luz. Há também os lasers super radiantes, como o laser de nitrogênio e alguns lasers de corante que não precisam de espelhos para funcionar. Entretanto, para se compreender perfeitamente um laser, faz-se necessário o uso da mecânica quântica.
O laser foi inventado por Theodore Harold Maiman (11 de julho de 1927 — 5 de maio de 2007) um físico estadunidense, em 1960.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Laser

Postado por: Giovani Bottega.

Efeito Liso

O que anda fazendo a cabeça da mulherada é a moda dos cabelos lisos, mas para conseguir esse feito precisam aderir ao uso da chapinha, também conhecida como “piastra”.
Engana-se quem pensa que essa moda é atual, essa mania existe há tempos. 
Antigamente, para conseguir o efeito liso, as mulheres pegavam a cabeleira crespa e passavam banha de porco, sebo e óleo de peixe. Já no século 18, a tática era outra, lavava-se os cabelos com éter e ácido sulfúrico diluído em água. Com o passar do tempo as técnicas foram evoluindo, tanto que, no século 19, as melenas eram domadas com a ação do calor, com toalhas molhadas em água fervente e barras de ferro aquecidas em carvão. Já no século 20 descobriu-se que a temperatura de 100ºC faz com que o hidrogênio presente nos fios de cabelo evapore, deixando-os com o aspecto liso. A partir desse princípio diversas invenções foram surgindo, uma mais inusitada e com maior precisão do que a outra.Uma delas foi, tentar alisar com o ferro de passar.

O protótipo da atual chapinha foi criado pelo engenheiro norte-americano Isaak K. Shero, chamando sua criação de flat iron. Mas a moda de alisar os cabelos com esse tipo de equipamento só fez a cabeça da mulherada após 20 anos, em Paris, com o primeiro modelador de cabelos. Segundo alguns pesquisadores, esse aparelho tinha a aparência de uma pinça gigante e era aquecido no fogareiro, as mulheres testavam a temperatura até alcançar uma que proporcionasse o efeito liso.

As chapinhas elétricas surgiram na década de 80, e essa invenção logo virou febre entre as mulheres que possuíam certo poder aquisitivo. Atualmente, a conhecida chapinha tornou-se acessível a todas as classes sociais, tendo preços e qualidades diferentes, as mais cobiçadas são as de cerâmica e de infravermelho, pois proporcionam um efeito mais duradouro e mais natural. O efeito da chapinha é totalmente reversível, basta expor o cabelo à umidade que ele volta ao natural. Deve-se tomar algumas precauções quanto ao uso de chapinhas, pois a utilização excessiva desse recurso prejudica os cabelos, enfraquecendo-os.

Fonte:  

Postado por: Josiane Ferronatto.

A História do Liquidificador


Conheçam a historia de um dos eletrodomésticos mais usados pelas donas de casa, e pelas lanchonetes de todo o Brasil.
Conheçam a história do Liquidificador

O liquidificador é um utensílio culinário elétrico que serve para transformar em purê grande variedade de alimentos.
Antes de sua criação, era muito difícil e trabalhoso cortar alimentos em minúsculos pedaços e misturá-los com relativa perfeição.
Os primeiros liquidificadores surgiram em 1904, nos Estados Unidos. O modelo era uma espécie de liquidificador misturado com batedeira. O mesmo continha um motor elétrico movido à correia de transmissão, tendo sido usado principalmente na mistura de substâncias químicas e na fabricação de milk-shakes. Em 1910, surgiram os primeiros liquidificadores para uso doméstico.

Toda a inconveniência de ter um enorme motor acoplado a uma pequena peça acabou em 1931, quando o primeiro liquidificador com motor próprio - e muito menor - foi fabricado e comercializado em Chicago, nos 
EUA.

Foi inventado em 1922 por Stephen Poplawski e é basicamente formado por uma base com um motor elétrico que faz rodar um pequeno conjunto de lâminas no fundo de um recipiente onde se colocam os alimentos para triturar.

Um aparelho relacionado com este é a varinha mágica, em que o copo está separado do motor/cortador.
Hoje em dia algumas lanchonetes, padarias usam os chamados liquidificadores industriais que tem mais potencia e resistência.
Veja abaixo alguns modelos de liquidificadores da década de 80 em diante.

 Liquidificador Arno da decada de 80 e 90


Liquidificador Arno do ano 2009



Liquidificador Industrial de 2000 usados em lanchonetes e bares.


Postado por: Josiane Ferronatto.


O Aspirador de pó

Há cerca de 100 anos, limpar um carpete significava levá-lo para fora de casa e batê-lo até retirar toda a poeira. Mas Hubert Booth tinha a certeza que deveria haver uma forma mais fácil e limpa de fazer este trabalho. Quando descobriu que não existia inventou uma em 1901.
Hubert Cecil Booth era um engenheiro britânico que se dedicava ao desenho de pontes, navios de guerra e rodas gigantes, mas é pela utilidade da sua invenção (o aspirador) que é recordado.


Mas afinal como surgiu a ideia do aspirador?
Um dia Booth assistiu à demosntração de uma máquina que limpava o pó dos bancos dos comboios atirando-o com um jacto de ar. Foi então que Booth perguntou ao inventor por que motivo a máquina não sugava o pó e este respondeu-lhe que isso não funcionava.
Booth não acreditou nessa justificação, por isso colocou um lenço sobre um dos bancos, encostou a boca ao lenço, encheu os pulmões de ar e quando virou o lenço verificou que do outro lado havia um anel de pó. Isto era o suficiente para o convencer que o aspirador seria um utensílio muito útil e prático.



Como foi inventado?
Booth comprou um motor eléctrico e uma bomba e, em 1901, construiu o primeiro aspirador eficiente em todo o mundo. O único problema era o seu tamanho pois era demasiado grande para caber numa porta. Porém os clientes não se importaram com este pormenor. Organizavam festas para mostrarem aos amigos o pó a ser sugado das suas carpetes e a ser levado através de mangueiras flexíveis para uma máquina na rua.
Passados sete anos, outras companhias já tinham criado aspiradores com um tamanho adequado ao uso dentro de casa e, em 1938, já dois terços das famílias utilizavam o aspirador.


Postado por: Josiane Ferronatto.

O abre-latas.

O abridor de latas ou abre-latas é um utensílio que serve para abrir latas, e foi inventado em 1855 pelo inglês Robert Yates. O curioso da história do abridor de latas é que ele só foi inventado mais de 45 anos depois das primeira latas de conservas, que surgiram em 1813. (link) Acho que descobriram que abrir latas com um martelo e uma talhadeira não era assim tão fácil e prático. E também porque o material de que eram feitas as latas mudou um pouco. As primeiras latas possuíam grossas paredes de ferro que para serem abertas exigiam o uso do cinzel e do martelo (e no caso dos soldados com a ponta da baioneta ou o tiro do fuzil). Só em 1825 que as latas foram feitas com um material mais fino, e fácil de ser aberto.

Lá no meio do Século XIX, o mundo vivia uma época onde a industrialização aflorava. Nos mercados, começam a surgir os enlatados, principalmente conservas, óleos, tanto comestíveis quanto industriais, tomates, ervilhas e sardinha. Imagina a dificuldade pra abrir uma lata, sem um abridor de latas. Foi então que Robert Yates, pra suprir essa nova demanda que havia se criado, inventou o Abridor de Latas.

Mas não pense que só servia pra abrir latas. Naquele tempo já existia cerveja, engarrafada, e com tampinha, isso mesmo, aquela tampinha chata. E Robert Yates incorporou mais uma função ao Abridor de Latas. Então tentem imaginar o objeto, que na lateral tinha o "dente" que abria as latas, e na cabeça dele, o semi-círculo dentado, que facilitava a vida dos consumidores de cerveja. O nome do objeto? Cabeça-de-boi.
Pouca gente dá valor a um objeto tão simples como esse, mas a vida seria muito difícil sem ele.
O design atual preconiza este pensamento, o aproveitamento total da peça, disponibilizando mais de uma função ao usuário, e principalmente, tornando-o agradável aos olhos. Hoje em dia, o diferencial de um produto não pode ser apenas a beleza, ou apenas a forma, e sim a fusão, em proporções adequadas dessas duas qualidades.


Fonte:  


Postado por: Josiane Ferronatto

Quanto mais memória melhor.

Em maio de 1994, as empresas Sony e Philips anunciaram que iriam trabalhar cooperativamente no desenvolvimento de uma nova mídia de alta densidade, conhecido hoje em dia com o nome de Digital Vídeo Disk (DVD). Essa tecnologia chegou para substituir os compact disks (CD-ROM) para computadores e o VHS (Vídeo Cassete). O DVD é um disco do mesmo tamanho e formato que um CD normal, só que ele armazena 5 ou 10 vezes mais dados do que o cd normal. A distribuição de games e softwares mudou totalmente depois do lançamento do DVD, agora jogos que tinham 5 cds normais podem ser lançados em apenas um. Vídeos em DVD tem uma qualidade extrema chegando quase no mesmo nível que cinema, o som é de CD e de fácil uso.


O desenvolvimento dessas novas tecnologias foi confuso. A Toshiba e Warner Home Entertainment anunciaram seu próprio projeto para desenvolver algo similar, mas era uma tecnologia diferente do DVD. As duas empresa que desenvolviam o DVD perceberam que não adiantaria nada fazer duas tecnologias similares e que não seriam compatíveis. Organizações como a Hollywood Digital Vídeo Disc tinham grande interesse no desenvolvimento dessas tecnologias. Os distribuidores de filmes começaram a pensar na necessidade de padrões na fabricação dos DVD’s como qual método de compressão seria usado nos DVD’s.

A Sony foi a primeira a mostrar a tecnologia de DVD para o público. John Eargle descreveu a demonstração que foi feita no feira Winter Consumer Electronic no começo de janeiro de 1995. Em seu artigo, O grande debate do DVD, Eargle disse rapidamente, “É mais colorido e claro, e é muito igual ao laser disc” mas o seu foco era a especificação técnica onde o DVD era do tamanho de um cd normal.

Fonte:


Postado por: Josiane Ferronatto.

Do mundo do vinil à praticidade.

O disco compacto digital (Digital Compact Disc) o CD, que é muito comum em aparelhos de som e computadores, foi inventado no final dos anos 60 por James T. Russell.

Russell nasceu em Bremerton, Washington em 1931. Aos 6 anos, ele inventou um barco de controle remoto, e dentro do barco ele guardava o seu lanche para escola. Russel foi para faculdade de física de Reed College em Portland em 1953. Posteriormente, ele já estava trabalhando como físico na General Electric perto dos laboratórios em Richland, Washington.


Na GE, Russel iniciou muitos experimentos. Ele estava entre os primeiros a usar a tv em cores e o teclado que na verdade era o inicio dos computadores modernos. Ele projetou e construiu o primeiro ferro de soldar eletrônico. Em 1965, quando foi inaugurado o Memorial Institute no Pacifico em Richland, Russel fez muitos esforços e conseguiu entrar como cientista no instituto. E a partir daí ele já sabia qual tipo de pesquisa ele iria fazer.
Russel era um viciado em música. Como todos de sua época, usavam disco de vinil, e reclamavam da falta de qualidade de som e queriam algo com melhor tecnologia. Em seus experimentos para melhorar o som ele usou como agulha um espinho de um cacto. Sozinho em sua casa em um sábado a tarde, Russell começou a esboçar um novo sistema de gravar música, e teve uma inspiração revolucionária.
Russel visionou um sistema que poderia gravar e tocar sons sem o contato físico entre o disco e o player, e ele percebeu que o melhor jeito de se fazer isso era usando luz. Russell já tinha familiaridade com dispositivos de gravar dados em cartões perfurados e fitas magnéticas. Ele percebeu que se representasse os números binários 0 e 1 com claro e escuro, o aparelho poderia tocar sons, ou então qualquer informação sem ao menos ter uma agulha. Ele conseguiu perceber se conseguisse deixar o código binário pequeno o bastante conseguiria guardar não só sinfonias mas sim enciclopédias inteiras em um pequeno pedaço de filme.
Russell teve alguns anos de trabalho, e finalmente teve sucesso em inventar o primeiro sistema de gravar e tocar de digital-para-ótico (patenteado em 1970). Ele conseguiu gravar em uma placa de plástico sensível a luz que eram sensíveis a pequenos “bits” de claridade e escuridão, cada um com um micro diâmetro, um laser lia os dados binários, e o computador converteu em dados para serem lidos.

Esse foi o primeiro compact disc, embora Russell já naquela época previa que existiriam os futuros disc-man que caberiam dentro de um bolso, e que os vídeos no futuro seriam gravados em CD. Nos anos 70, Russel continuou a refinar o CD-ROM, adaptando para todo tipo de dados. Como muitas idéias a frente de seu tempo, o CD-ROM achou muitos investidores sérios, os primeiros a comprar as licenças.

Em 1985, Russell ganhou 26 patentes para o tecnologias do CD-ROM. Então ele fundou sua própria firma de consultoria, onde ele continuou a criar melhorias para o CD-ROM. A sua invenção mais recente e revolucionária foi um gravador e player que não tem peças móveis.



Fonte:  

Postado por: Josiane Ferronatto.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O Rádio e O Tesla: Do Gênio Esquecido Até Nossas Canções Preferidas

Rádio de 1936, em madeira,
AM e ondas curtas

  Rádio é um recurso tecnológico das telecomunicações utilizado para propiciar comunicação por intermédio da transcepção de informações previamente codificadas em sinal eletromagnético que se propaga através do espaço.
  Uma estação de radiocomunicação é o sistema utilizado para executar contatos à distância entre duas estações, ela é composta basicamente de um transceptor (transmissor-receptor) de radiocomunicação, de uma linha de transmissão e da antena propriamente dita. A este sistema se dá o nome de sistema irradiante.
  A radiodifusão é uma emissão comercial, que ocorre apenas por transmissão de sinais, sem sua transcepção.
a tecnologia de transmissão de som por ondas de rádio foi desenvolvida pelo italiano Guglielmo Marconi, no fim do século XIX, mas a Suprema Corte Americana concedeu a Nikola Tesla o mérito da criação do rádio, tendo em vista que Marconi usara 19 patentes de Tesla em seu projeto.
Nikola Tesla
  Nikola Tesla (Smiljan, Império Austríaco, 10 de Julho de 1856 — Nova Iorque, 7 de Janeiro de 1943) foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e electrotécnica. Muitos podem nunca ter ouvido falar sobre o gênio chamado Nikola Tesla, porém é fácil resaltar algumas de suas descobertas, tais como: a Bobina de Tesla, a Corrente Alternada, a Transmissão sem Fios e o Raio da Morte.
  Suas mais de 700 invenções incluem desenvolvimentos básicos para o motor eletromagnético, o motor a turbina e dispositivos de controle remoto. A primeira usina hidrelétrica, nas Cataratas do Niágara, foi um projeto seu, que venceu o de Thomas Edison, baseado em corrente contínua. 
  Mas na adolescência, Tesla sofria com o aparecimento de imagens e flashes de luz, que interferiam no seu pensamento e na sua ação. Como ele próprio contou, quando ouvia uma palavra, a imagem do objeto correspondente se apresentava vividamente, e ele era incapaz de distinguir se o que vira era tangível ou não.
  Para se livrar dessas atormentadoras aparições, ele tentava concentrar sua mente em alguma outra coisa que tinha visto, e assim obtinha alívio temporário. Mas para isto, ele tinha que produzir continuamente novas imagens. Como ele conhecia apenas sua casa e as redondezas, logo seu "estoque" de novas imagens se exauriu, e o remédio perdeu a força.
  Instintivamente, Tesla começou a fazer incursões além dos limites do seu pequeno mundo virtual, e viu novas cenas, a princípio obscuras e indistintas, que passavam rapidamente quando ele tentava concentrar sua atenção nelas. E logo descobriu que se sentia mais confortável quando simplesmente continuava aprofundando a visão, obtendo novas impressões todo o tempo, literalmente viajando na sua mente. 
  Logo Tesla notou que tinha também grande facilidade em conectar causa e efeito, e também que cada pensamento seu era sugerido por uma impressão externa. Esta habilidade de ligar seus processos mentais e seus mapas internos à realidade física, combinada com sua prática em imagens construídas, conduziu-o, na vida adulta, ao sucesso como inventor. Ele não precisava fazer experimentos: concebia, aperfeiçoava e testava suas invenções usando somente a imaginação.
  Tesla morreu velho e sozinho, sem ser reconhecido plenamente como o gênio que era, porém o legado de Tesla está sendo lentamente reconhecido, e sem dúvidas uma das primeiras conquistas declaradas, foi o rádio, que finalmente revelou o nome de seu verdadeiro criador.

Tesla em seu laboratório


Fontes do texto:
http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1dio_(comunica%C3%A7%C3%A3o)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla
http://www.exatas.com/fisica/tesla.html#raio
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2008/05/nikola_tesla.html

Fontes das imagens:
http://blogdoedsonalves.blogspot.com/
http://www.cosmicgnostic.com/node/1091
http://homepages.ihug.com.au/~panopus/essentia/essentiaii4.htm


Postado por: Debora Salvi

WALKMAN


Walkman® é uma marca registrada e pertence à Sony Corporation. É uma marca popular de uma série de tocadores ou leitores de áudio portáteis pertencente à Sony. O termo Walkman também é utilizado para se referir a aparelhos portáteis similares de reprodução de áudio estéreo de outros fabricantes. Com sua chegada, costuma-se dizer que mudaram os hábitos musicais, uma vez que cada pessoa pode carregar e ouvir seus sons preferidos e, principalmente, sem incomodar outras pessoas. Em março de 2007, a Sony prolongou a marca para Walkman Video, para lançamento do NW-A800, primeiro tocador portátil Walkman que reproduz vídeos flash.
O Walkman original foi criado em 1979 no Japão e levava o nome de Soundabout, no exterior. Foi criado pelo coordenador do setor de áudio da Sony Nobutoshi Kihara para um dos sócios da empresa, Akio Morita, que queria escutar ópera durante seu trabalho desgastante. Morita teria odiado o nome Walkman e pediu para ser alterado. Mas uma campanha de divulgação com o nome Walkman já tinha sido iniciada e alterá-lo sairia demasiado caro.
Quando o primeiro aparelho ficou pronto, em abril de 1979, os vendedores não ficaram muito entusiasmados com a idéia e afirmaram que o Walkman venderia pouco. Akio Morita que acreditava no novo produto, então, propôs um desafio: se o Walkman não vendesse pelo menos 100 mil unidades em seus dois primeiros anos de mercado, ele renunciaria à presidência da Sony. Akio ganhou a aposta e naquele período cerca de 1,5 milhões de tocadores de áudio Walkman foram vendidos.

Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Walkman
                       
                       Postado por: Guilherme Pasini